sábado, 6 de dezembro de 2014
Interiorizando...
Em tempos onde o que se é, e o que se faz precisa ser exposto o tempo todo, e em todo tempo nas redes sociais, eu decidi me retirar. Me retirei para interiorizar...Interiorizar e repensar valores. Interiorizar e refletir atitudes. Interiorizar e rever posturas. Interiorizar para interiorizar. Confesso que esse tempo tem sido de grande valia. Tempo útil e proveitoso. Por mais algum tempo, quero ficar dessa forma. Distante de tudo, distante de alguns, distante da minha super exposição e distante da super exposição dos outros. NÃO quero mais saber daquilo que não me diz respeito. Não quero mais saber da vida de pessoas que nem mesmo tenho intimidade ou afinidade, mas que pela exposição me faz participar de suas vidas e ainda mais, formar opinião sobre um assunto ou outro, os quais nem sequer fui convidada a emitir ou formar opinião sobre os mesmos. Cansada de ter minha mente funcionando por causas que não são minhas. Cansada de tomar partido em situações das quais nem faço parte. Cansada de ter minha língua afiada e ferina. Cansada de mim, cansada de situações. Cansada de ser magoada. Cansada de ser esquecida. Cansada de dar e não ter retorno. Cansada de ser julgada. Cansada de ser forçada. Interiorizando para descansar e mudar hábitos e atitudes.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Planos de Deus
Sim, eu sei Senhor que tu és Soberano
Tens os teus caminhos, tens teus próprios planos
Venho pois a cada dia, venho cheio de alegria
E me coloco em Tuas mãos pois és fiel
Sim, eu sei Senhor que tu és poderoso
És um Deus tremendo, Pai de amor bondoso
Venho pois a cada dia, venho cheio de alegria
E me coloco em tuas mãos pois és fiel
Fiel é tua Palavra oh Senhor
Perfeitos os teus caminhos meu Senhor
Pois sei em quem tenho crido, também sei que és Poderoso
Pra fazer infinitamente mais
Do que tudo que pedimos, infinitamente mais.
rsrsrs
Tens os teus caminhos, tens teus próprios planos
Venho pois a cada dia, venho cheio de alegria
E me coloco em Tuas mãos pois és fiel
Sim, eu sei Senhor que tu és poderoso
És um Deus tremendo, Pai de amor bondoso
Venho pois a cada dia, venho cheio de alegria
E me coloco em tuas mãos pois és fiel
Fiel é tua Palavra oh Senhor
Perfeitos os teus caminhos meu Senhor
Pois sei em quem tenho crido, também sei que és Poderoso
Pra fazer infinitamente mais
Do que tudo que pedimos, infinitamente mais.
rsrsrs
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Permissividade
Permissividade é permitir em nossas vidas algo que sabemos que está errado. É ser tolerante com algo que sabemos não agradar a Deus.
Nos últimos dias Deus tem se revelado a nós de muitas maneiras e temos recebido várias palavras e ministrações ( fazer discípulos, renunciar a tudo por Jesus, oração, intimidade com Deus, comunhão, etc. ) . Temos visto que o padrão de Deus é elevado e quando olhamos para ele e vemos que ainda não atingimos, começamos a ser tolerantes com algumas coisas.
Ex.:
Nosso comportamento em viagens, jantares, reuniões
Nosso cuidado com as coisas dos outros ( objetos emprestados , dinheiro emprestado )
Nosso tempo de comunhão. reuniões gerais, de grupo, etc.
Esquecemos o padrão de Deus para estas coisas e nos acostumamos com nossas debilidades. Acabamos ficando cegos, e não percebemos o que fazemos.
I Sa 3:10-13 Os filhos de Eli ( Ofini e Finéas )
Ele sabia do problema
Mesmo sabendo não corrigiu nem mudou seu comportamento.
Quando somos tolerantes tentamos baixar o padrão de Deus. ( mas Deus não muda seu padrão )
Ap 2:18-20
Toleras = continuas com ela.
Ainda permite o pecado.
Quando somos tolerantes e nos acostumamos com nossos pecados começamos a dar mau exemplo. Ai então começamos a tolerar o pecado não só em nossas vidas, mas também na dos outros irmãos, pois se você o condena, condena a si mesmo.
Nossas conversas passam a ser fúteis, nossos programas passam a ser errados e nos associamos com pessoas que não edificam.
I Co 15:33 " Não vos enganeis. As más companhias corrompem os bons costumes"
O mau exemplo deteriora o padrão de Deus.
Isso gera em nós uma acomodação. Nos contentamos com o que somos e não nos empenhamos em ir adiante.
Caminhar com Deus não é se acomodar, é se sacrificar por Ele.
Sacrifício = perder algo, dar algo a Deus.
É amar a Deus com amor ágape, amor que não exige nada em troca, mas se dá a si mesmo pelo outro. É amar com o Amor que ele nos ama. (Ex.: Pedro em Jo 21:15-17)
Por buscarmos o nosso bem estar damos uma ênfase exagerada no lazer. O tempo que poderíamos ter comunhão usamos para diversão. Procuramos várias atividades como TV, cinema, dvd's, festas, bebidas. Fazemos mau uso da liberdade que temos em Cristo.
Ef 5:1-21 I Co 10:23-33 Gl 5:1 e 13 Rm 14:22
Eu tenho colocado limites para o sacrifício ?
Marcos cap. 4 ao cap. 7
Acalma a tempestade...
Expulsa demônios...
Cura a filha de Jairo...
Cura uma mulher no caminho...
Percorrem várias aldeias...
Alimenta uma multidão, etc..
Foram 4 dias. Os discípulos quase não dormiram, não comeram andaram a pé cerca de 100Km.
Nós agüentaríamos ?
Até onde iríamos com Deus ?
Oito perguntas que deveríamos fazer antes de nos envolvermos com qualquer atividade:
Isto convém ? (sim)
Isto edifica ? (sim)
Isto está te dominando ? (não)
Isto glorifica a Deus ? (sim)
Isto visa o meu próprio interesse ? (não)
Isto ajuda o meu próximo ? (sim)
Isto provêm da fé ? (sim) "tudo que não provém da fé é pecado"
Isto á uma prova de amor ? (sim)
Não devemos ser tolerantes com o pecado, devemos ser radicais com o pecado.
No reino de Deus as coisas não são relativas, são absolutas. Pecado é pecado, não existe meio termo.
Sim; sim, Não; não.
Texto extraído do site: www.odiscipulo.com
Nos últimos dias Deus tem se revelado a nós de muitas maneiras e temos recebido várias palavras e ministrações ( fazer discípulos, renunciar a tudo por Jesus, oração, intimidade com Deus, comunhão, etc. ) . Temos visto que o padrão de Deus é elevado e quando olhamos para ele e vemos que ainda não atingimos, começamos a ser tolerantes com algumas coisas.
Ex.:
Nosso comportamento em viagens, jantares, reuniões
Nosso cuidado com as coisas dos outros ( objetos emprestados , dinheiro emprestado )
Nosso tempo de comunhão. reuniões gerais, de grupo, etc.
Esquecemos o padrão de Deus para estas coisas e nos acostumamos com nossas debilidades. Acabamos ficando cegos, e não percebemos o que fazemos.
I Sa 3:10-13 Os filhos de Eli ( Ofini e Finéas )
Ele sabia do problema
Mesmo sabendo não corrigiu nem mudou seu comportamento.
Quando somos tolerantes tentamos baixar o padrão de Deus. ( mas Deus não muda seu padrão )
Ap 2:18-20
Toleras = continuas com ela.
Ainda permite o pecado.
Quando somos tolerantes e nos acostumamos com nossos pecados começamos a dar mau exemplo. Ai então começamos a tolerar o pecado não só em nossas vidas, mas também na dos outros irmãos, pois se você o condena, condena a si mesmo.
Nossas conversas passam a ser fúteis, nossos programas passam a ser errados e nos associamos com pessoas que não edificam.
I Co 15:33 " Não vos enganeis. As más companhias corrompem os bons costumes"
O mau exemplo deteriora o padrão de Deus.
Isso gera em nós uma acomodação. Nos contentamos com o que somos e não nos empenhamos em ir adiante.
Caminhar com Deus não é se acomodar, é se sacrificar por Ele.
Sacrifício = perder algo, dar algo a Deus.
É amar a Deus com amor ágape, amor que não exige nada em troca, mas se dá a si mesmo pelo outro. É amar com o Amor que ele nos ama. (Ex.: Pedro em Jo 21:15-17)
Por buscarmos o nosso bem estar damos uma ênfase exagerada no lazer. O tempo que poderíamos ter comunhão usamos para diversão. Procuramos várias atividades como TV, cinema, dvd's, festas, bebidas. Fazemos mau uso da liberdade que temos em Cristo.
Ef 5:1-21 I Co 10:23-33 Gl 5:1 e 13 Rm 14:22
Eu tenho colocado limites para o sacrifício ?
Marcos cap. 4 ao cap. 7
Acalma a tempestade...
Expulsa demônios...
Cura a filha de Jairo...
Cura uma mulher no caminho...
Percorrem várias aldeias...
Alimenta uma multidão, etc..
Foram 4 dias. Os discípulos quase não dormiram, não comeram andaram a pé cerca de 100Km.
Nós agüentaríamos ?
Até onde iríamos com Deus ?
Oito perguntas que deveríamos fazer antes de nos envolvermos com qualquer atividade:
Isto convém ? (sim)
Isto edifica ? (sim)
Isto está te dominando ? (não)
Isto glorifica a Deus ? (sim)
Isto visa o meu próprio interesse ? (não)
Isto ajuda o meu próximo ? (sim)
Isto provêm da fé ? (sim) "tudo que não provém da fé é pecado"
Isto á uma prova de amor ? (sim)
Não devemos ser tolerantes com o pecado, devemos ser radicais com o pecado.
No reino de Deus as coisas não são relativas, são absolutas. Pecado é pecado, não existe meio termo.
Sim; sim, Não; não.
Texto extraído do site: www.odiscipulo.com
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Adoração Verdadeira
O que é adoração? Poderíamos dizer que é uma honra que se presta a Deus, em virtude do que Deus é e do que significa para os que O adoram. A palavra hebraica que mas se usa para “adoração” no velho testamento significa “inclinar-se”. É o caso, por exemplo, em Gn 18.2. A palavra grega que geralmente se utiliza no Novo Testamento é “proskuneo”, e significa “prestar honra”, tanto a Deus como aos homens.
Está claro que é dever de cada criatura inteligente adora a Deus. Os anjos O adoram (Ne 9.6). Os Seus santos O adoram. No Evangelho eterno os homens são chamados a dar glória a Deus e a adorá-Lo (Ap 14.7). E dentro em breve tudo que há sobre a terra O adorará (Sf 2.11; Zc 14.16; Sl 86.9)
Porém, enquanto os anjos honram a Deus segundo a verdade, porque sabem quem Ele é, os homens também deve procurar conhecê-lo e adorá-Lo, não apenas exteriormente, mas sim com o coração, uma honra que procede dos sentimentos de amor do homem para com Deus.
“Adorar o Pai”, o povo de Israel era filho de Deus, o Seu primogênito (Ex 4.22); os israelitas eram filhos do Senhor seu Deus (Dt 14.1); o Senhor era um Pai para Israel e Hefraim era o seu primogênito ( Jr 31.9). Porém, nunca haviam adorado a Deus como Pai, pois “Ninguém conhece o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar” (Mt 11.27). Esse é um componente essencial da adoração cristã: conhecer a Deus e sua relação como Pai com o Seu povo, que O adora como tal.
Mas esta revelação é um assunto pessoal - “A quem o Filho o quiser revelar” (Mt 11.27b)
Portanto, todo aquele que tem este conhecimento, o tem recebido do Filho. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse nos fez conhecer o Pai. E, depois de ter cumprido a Sua obra, introduziu os que são Seus na mesma relação que Ele próprio goza com o Pai: “Subo para Meu Pai e vosso Pai” (Jo 20.17).
“Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim O adorem. Deus é Espírito, e importa que os que O adoram, O adorem em espírito e verdade.” (Jo 4.23,24) Aqui encontramos o caráter da adoração cristã. Não é um ritual, a formalidade de uma cerimônia religiosa. Esta harmonia com o que Deus é e, portanto, pressupõe que Deus foi completamente revelado.
Nenhum incrédulo pode adora desta maneira! Pois é somente por meio do novo nascimento que temos recebido a nova vida, que a Bíblia chama “espírito”. “O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito.” (Jo 3.6; Rm 8.16) A adoração é espiritual, é segundo o novo homem, e está em harmonia com o que Deus é.
O culto de Israel era terrestre, natural. Era desempenhado num lugar definido geograficamente - um magnífico templo. Era um culto regulamentado até aos mínimos detalhes e no qual o homem, vestido de trajes dispendiosos e acompanhados de música maravilhosa, podia trazer o mais elevado e o melhor que a terra tinha para dar. Mas nada nisso era espiritual. Não havia a menor obrigação de um sacerdote, cantor ou ofertante, ter de nascer de novo. E isso fora assim instituído pelo próprio Deus, pois se tratava do culto prestado por um povo terrestre a um Deus que ainda não Se havia revelado a eles.
Todavia, na cruz Deus acabou com o homem natural. Nós, os servos, que cremos no Senhor Jesus, já morremos com Cristo (Rm 6.8). Espera-se que andemos segundo a nova vida que o Espírito Santo operou em nós por meio do novo nascimento. E o Espírito santo, que habita em nós, é a força divina que nos habilita para o seu cumprimento.
Desta forma, a nossa adoração deve ser espiritual, acompanhada de uma vida repleta de pureza e que produz os frutos do Espírito.
Em perfeita harmonia com o que já foi mencionado, não nos é fornecida nenhuma forma ou cerimônia para a nossa adoração. Isso é tanto mais notável se lembramos que entre os israelitas tudo estava regulado até nos mínimos pormenores. Nem sequer conhecemos as palavras com as quais o Senhor deu graças na instituição da Ceia, Não temos descrição de um apóstolo partindo o pão. Não conhecemos um hino sequer que a Igreja cantava nos dias dos apóstolos. Não temos nenhum livro com salmos cristãos. Temos e devemos adorar a Deus pura e simplesmente pelo Espírito (Fp 3.3).
Mas a adoração não deve ser somente “em espírito”, mas também “em verdade”. “O que é a verdade?”, perguntou Pilatos. Ele não sabia que Aquele que tinha diante de si e que levava uma coroa de espinhos era a Verdade. A verdade é o que Deus tem revelado de Si mesmo. E foi o Filho quem O revelou.
Em certo sentido Israel também havia adora em verdade, visto que o seu culto concordava com o que, naquele tempo, já tinha sido revelado acerca de Deus. Mas agora Deus foi perfeitamente revelado, pois “Deus foi manifestado em carne”, esteve na terra e por graça infinita podemos conhecê-Lo . “E sabemos que já o Filho de Deus é vindo, e nos deu entendimento para conhecermos o que é verdadeiro” ( 1 Jo 5.20).
Decerto há um crescimento no conhecimento da verdade. E o Espírito de Deus atua em nós para nos conduzir em toda a verdade. É óbvio que o desenvolvimento será diferente de um servo para outro, porém a diferença será infinitamente pequena em comparação com a medida entre um homem natural (que não nasceu de novo) e o mais jovem dos servos. Por meio no novo nascimento recebemos uma vida que é espírito, e pela qual nos tornamos competentes para conhecer a Deus. É a “natureza divina” (2 Pe 1.4). Nesta nova vida opera o Espírito Santo que habita em nós e nos capacita, o qual também é a força divina que põe esta nova vida em contato com o próprio Deus (Jo 4.14) As filhinhos em Cristo está dito: “ E vós tendes a unção do Santo, e sabeis tudo. Não vos escrevi porque não soubésseis a verdade, mas porque a sabeis, e porque nenhuma mentira vem da verdade.” ( 1 Jo 2.20,21)
Portanto, podemos nos aproximar de Deus nosso Pai, Pelo poder do Espírito Santo, que põe a nossa vida em contato com Deus, nós O vemos e desfrutamos dEle. Seria possível contemplar a Deus tal como Ele é, sem ficar maravilhados e sem ficar desejosos de Lhe dizer isto? Todo o filho de Deus que não ficou passivo ante as bênçãos recebidas, mas que elevou os seus olhos ao próprio Doador, sabe, por experiência, que isso é impossível. A glória do Pai, do Filho e do Espírito Santo é tão grande que os nosso corações são demasiado pequenos para dar perfeita conta do que dela vemos. Somos ainda menos capazes de expressar essa glória apenas em palavras. Mas adoramos em espírito e, portanto a nossa adoração consiste nos sentimentos espirituais que sobem de nossos corações e conjunto com palavras e atos voluntários diante de Deus.
Não há dúvidas de que cada servo deve adorar pessoalmente. Como é possível contemplar a obra do Senhor Jesus, o amor e a graça do Pai sem dar graças e louvores? E isso é algo que todos nós, os filhos de Deus, temos em comum.
Deus espera de Seu povo que se reúnam com a consciência que o Senhor é o Único que tem autoridade no meio deles. Só Ele pode determinar quem quer usar ali. E o Senhor exerce esta autoridade por meio do Espírito Santo. Não se trata de uma questão de uma ou dez ou vinte pessoas tomarem parte no culto, mas de que o Espírito Santo tenha verdadeiramente a Liberdade de usar que quer que seja.
É impossível prestarmos a verdadeira adoração, quando o Espírito Santo é relegado a segundo plano ou parcialmente acreditado; como é tão comum dentro de tantas igrejas.
Elias R. de Oliveira
Está claro que é dever de cada criatura inteligente adora a Deus. Os anjos O adoram (Ne 9.6). Os Seus santos O adoram. No Evangelho eterno os homens são chamados a dar glória a Deus e a adorá-Lo (Ap 14.7). E dentro em breve tudo que há sobre a terra O adorará (Sf 2.11; Zc 14.16; Sl 86.9)
Porém, enquanto os anjos honram a Deus segundo a verdade, porque sabem quem Ele é, os homens também deve procurar conhecê-lo e adorá-Lo, não apenas exteriormente, mas sim com o coração, uma honra que procede dos sentimentos de amor do homem para com Deus.
“Adorar o Pai”, o povo de Israel era filho de Deus, o Seu primogênito (Ex 4.22); os israelitas eram filhos do Senhor seu Deus (Dt 14.1); o Senhor era um Pai para Israel e Hefraim era o seu primogênito ( Jr 31.9). Porém, nunca haviam adorado a Deus como Pai, pois “Ninguém conhece o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar” (Mt 11.27). Esse é um componente essencial da adoração cristã: conhecer a Deus e sua relação como Pai com o Seu povo, que O adora como tal.
Mas esta revelação é um assunto pessoal - “A quem o Filho o quiser revelar” (Mt 11.27b)
Portanto, todo aquele que tem este conhecimento, o tem recebido do Filho. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse nos fez conhecer o Pai. E, depois de ter cumprido a Sua obra, introduziu os que são Seus na mesma relação que Ele próprio goza com o Pai: “Subo para Meu Pai e vosso Pai” (Jo 20.17).
“Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim O adorem. Deus é Espírito, e importa que os que O adoram, O adorem em espírito e verdade.” (Jo 4.23,24) Aqui encontramos o caráter da adoração cristã. Não é um ritual, a formalidade de uma cerimônia religiosa. Esta harmonia com o que Deus é e, portanto, pressupõe que Deus foi completamente revelado.
Nenhum incrédulo pode adora desta maneira! Pois é somente por meio do novo nascimento que temos recebido a nova vida, que a Bíblia chama “espírito”. “O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito.” (Jo 3.6; Rm 8.16) A adoração é espiritual, é segundo o novo homem, e está em harmonia com o que Deus é.
O culto de Israel era terrestre, natural. Era desempenhado num lugar definido geograficamente - um magnífico templo. Era um culto regulamentado até aos mínimos detalhes e no qual o homem, vestido de trajes dispendiosos e acompanhados de música maravilhosa, podia trazer o mais elevado e o melhor que a terra tinha para dar. Mas nada nisso era espiritual. Não havia a menor obrigação de um sacerdote, cantor ou ofertante, ter de nascer de novo. E isso fora assim instituído pelo próprio Deus, pois se tratava do culto prestado por um povo terrestre a um Deus que ainda não Se havia revelado a eles.
Todavia, na cruz Deus acabou com o homem natural. Nós, os servos, que cremos no Senhor Jesus, já morremos com Cristo (Rm 6.8). Espera-se que andemos segundo a nova vida que o Espírito Santo operou em nós por meio do novo nascimento. E o Espírito santo, que habita em nós, é a força divina que nos habilita para o seu cumprimento.
Desta forma, a nossa adoração deve ser espiritual, acompanhada de uma vida repleta de pureza e que produz os frutos do Espírito.
Em perfeita harmonia com o que já foi mencionado, não nos é fornecida nenhuma forma ou cerimônia para a nossa adoração. Isso é tanto mais notável se lembramos que entre os israelitas tudo estava regulado até nos mínimos pormenores. Nem sequer conhecemos as palavras com as quais o Senhor deu graças na instituição da Ceia, Não temos descrição de um apóstolo partindo o pão. Não conhecemos um hino sequer que a Igreja cantava nos dias dos apóstolos. Não temos nenhum livro com salmos cristãos. Temos e devemos adorar a Deus pura e simplesmente pelo Espírito (Fp 3.3).
Mas a adoração não deve ser somente “em espírito”, mas também “em verdade”. “O que é a verdade?”, perguntou Pilatos. Ele não sabia que Aquele que tinha diante de si e que levava uma coroa de espinhos era a Verdade. A verdade é o que Deus tem revelado de Si mesmo. E foi o Filho quem O revelou.
Em certo sentido Israel também havia adora em verdade, visto que o seu culto concordava com o que, naquele tempo, já tinha sido revelado acerca de Deus. Mas agora Deus foi perfeitamente revelado, pois “Deus foi manifestado em carne”, esteve na terra e por graça infinita podemos conhecê-Lo . “E sabemos que já o Filho de Deus é vindo, e nos deu entendimento para conhecermos o que é verdadeiro” ( 1 Jo 5.20).
Decerto há um crescimento no conhecimento da verdade. E o Espírito de Deus atua em nós para nos conduzir em toda a verdade. É óbvio que o desenvolvimento será diferente de um servo para outro, porém a diferença será infinitamente pequena em comparação com a medida entre um homem natural (que não nasceu de novo) e o mais jovem dos servos. Por meio no novo nascimento recebemos uma vida que é espírito, e pela qual nos tornamos competentes para conhecer a Deus. É a “natureza divina” (2 Pe 1.4). Nesta nova vida opera o Espírito Santo que habita em nós e nos capacita, o qual também é a força divina que põe esta nova vida em contato com o próprio Deus (Jo 4.14) As filhinhos em Cristo está dito: “ E vós tendes a unção do Santo, e sabeis tudo. Não vos escrevi porque não soubésseis a verdade, mas porque a sabeis, e porque nenhuma mentira vem da verdade.” ( 1 Jo 2.20,21)
Portanto, podemos nos aproximar de Deus nosso Pai, Pelo poder do Espírito Santo, que põe a nossa vida em contato com Deus, nós O vemos e desfrutamos dEle. Seria possível contemplar a Deus tal como Ele é, sem ficar maravilhados e sem ficar desejosos de Lhe dizer isto? Todo o filho de Deus que não ficou passivo ante as bênçãos recebidas, mas que elevou os seus olhos ao próprio Doador, sabe, por experiência, que isso é impossível. A glória do Pai, do Filho e do Espírito Santo é tão grande que os nosso corações são demasiado pequenos para dar perfeita conta do que dela vemos. Somos ainda menos capazes de expressar essa glória apenas em palavras. Mas adoramos em espírito e, portanto a nossa adoração consiste nos sentimentos espirituais que sobem de nossos corações e conjunto com palavras e atos voluntários diante de Deus.
Não há dúvidas de que cada servo deve adorar pessoalmente. Como é possível contemplar a obra do Senhor Jesus, o amor e a graça do Pai sem dar graças e louvores? E isso é algo que todos nós, os filhos de Deus, temos em comum.
Deus espera de Seu povo que se reúnam com a consciência que o Senhor é o Único que tem autoridade no meio deles. Só Ele pode determinar quem quer usar ali. E o Senhor exerce esta autoridade por meio do Espírito Santo. Não se trata de uma questão de uma ou dez ou vinte pessoas tomarem parte no culto, mas de que o Espírito Santo tenha verdadeiramente a Liberdade de usar que quer que seja.
É impossível prestarmos a verdadeira adoração, quando o Espírito Santo é relegado a segundo plano ou parcialmente acreditado; como é tão comum dentro de tantas igrejas.
Elias R. de Oliveira
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Há esperança...
Somos a árvore que o Senhor quer cuidar. Que o Senhor quer tratar. Às vezes Ele permite que a fenda seja feita, pra que possamos ser consertados. Talvez não haja cura, sem dor. Talvez não haja cura, sem sofrimento. Ele quer nos curar... ainda há esperança, mesmo que pareça impossível. Mesmo que o sofrimento pareça não ter fim.
Esvazie-se e seja curado.
Há esperança... Há esperança...
"Vinde, e tornemos para o SENHOR, porque ele nos despedaçou e nos sarará; fez a ferida e a ligará. Depois de dois dias, nos revigorará; ao terceiro dia, nos levantará, e viveremos diante dele.
Conheçamos e prossigamos em conhecer ao SENHOR; como a alva, a sua vinda é certa; e ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra". Oséias 6:1-3
"Porque há esperança para a árvore, pois, mesmo cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus rebentos. Se envelhecer na terra a sua raiz, e no chão morrer o seu tronco,ao cheiro das águas brotará e dará ramos como a planta nova." Jó 14:7-9
Esvazie-se e seja curado.
Há esperança... Há esperança...
"Vinde, e tornemos para o SENHOR, porque ele nos despedaçou e nos sarará; fez a ferida e a ligará. Depois de dois dias, nos revigorará; ao terceiro dia, nos levantará, e viveremos diante dele.
Conheçamos e prossigamos em conhecer ao SENHOR; como a alva, a sua vinda é certa; e ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra". Oséias 6:1-3
"Porque há esperança para a árvore, pois, mesmo cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus rebentos. Se envelhecer na terra a sua raiz, e no chão morrer o seu tronco,ao cheiro das águas brotará e dará ramos como a planta nova." Jó 14:7-9
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Ele virá!
Irmãos, no que diz respeito à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com ele, nós vos exortamos a que não vos demovais da vossa mente, com facilidade, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como se procedesse de nós, supondo tenha chegado o Dia do Senhor.
Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição, o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus.
Não vos recordais de que, ainda convosco, eu costumava dizer-vos estas coisas?
E, agora, sabeis o que o detém, para que ele seja revelado somente em ocasião própria.
Com efeito, o mistério da iniqüidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém;
então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e o destruirá pela manifestação de sua vinda.
Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira,
e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos.
É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira,
a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça.
II Tessalonissences 2:1-12
Fique atento!
Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição, o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus.
Não vos recordais de que, ainda convosco, eu costumava dizer-vos estas coisas?
E, agora, sabeis o que o detém, para que ele seja revelado somente em ocasião própria.
Com efeito, o mistério da iniqüidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém;
então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e o destruirá pela manifestação de sua vinda.
Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira,
e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos.
É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira,
a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça.
II Tessalonissences 2:1-12
Fique atento!
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